Dirijo
Documentário dividido em duas partes que fala sobre a utilização da cannabis (dirijo) medicinal entre os índios no Brasil.
Assitam que vale a pena.
Documentário dividido em duas partes que fala sobre a utilização da cannabis (dirijo) medicinal entre os índios no Brasil.
Assitam que vale a pena.

Marie Myung-Ok Lee
Estou ao telefone aprendendo uma receita de manteiga de haxixe. Não com um traficante, mas com Lester Grinspoon, professor emérito de Psiquiatria da Escola de Medicina de Harvard. E não é para uma festa, mas para meu filho de 9 anos, que sofre de autismo, ansiedade e problemas digestivos, que são aliviados pelas propriedades analgésicas e psicoativas da maconha. Não lhe daria se não achasse seguro.
Descobri a maconha quando procurava uma alternativa mais segura aos fortes remédios antipsicóticos, como o Risperdal, habitualmente receitados para crianças com autismo e outros distúrbios de comportamento. Há poucos estudos sobre os efeitos desses medicamentos, a longo prazo, no cérebro de uma criança em crescimento, em especial sobre o autismo, distúrbio cujos mecanismos bioquímicos são pouco compreendidos. Mas existe farta documentação sobre riscos, o que levou a Food and Drug Administration (FDA) a exigir nas embalagens o alerta máximo, a “tarja preta”, informando possíveis efeitos colaterais, que incluem tremores permanentes como os do mal de Parkinson, distúrbios metabólicos e morte. Um painel de especialistas federais em remédios, em 2008, insistiu que os médicos sejam cautelosos ao receitar esses remédios a crianças, mais suscetíveis aos efeitos colaterais.

RIO – Nove pessoas foram presas em uma operação da Polícia Civil, nesta terça-feira, na Favela da Coreia, em Senador Camará, na Zona Oeste. Entre os presos, está o homem conhecido como Chatubão, que seria gerente do tráfico de drogas na favela. Segundo a policia, Chatubão chegou a fazer uma menina refém, para conseguir fugir, mas foi capturado. Os policiais apreenderam cocaína e maconha. Na ação, também foi estourada uma central clandestina de TV a cabo.
Cerca de 150 policiais civis participaram da operação para cumprir mandados de prisão na comunidade. Houve tiroteio entre policiais e traficantes, mas não há informações de feridos. A operação foi coordenada pela Divisão de Capturas da Polinter. O helicóptero blindado da Polícia Civil auxilia a operação.
Fonte: O Globo

Agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) prenderam nesta terça-feira (30) no Morro da Mangueira, na Zona Norte do Rio, um homem suspeito de ser o gerente do tráfico de drogas da comunidade.
A prisão ocorreu nesta manhã. Segundo informações da assessoria de imprensa da Polícia Civil, ele foi preso em sua casa. Junto com o suspeito a polícia apreendeu meio quilo de maconha, cocaína e três granadas.
O preso foi encaminhado para a sede da DHBF.
Fonte: G1